Testemunhas depõem em processo de Itamar Borges.

Segundo o  site do jornal “Diário da Região”, de quarta-feira, representantes da Procuradoria Geral de Justiça participaram naquele dia de audiências no Fórum de Santa Fé do Sul referente a processo que investiga possíveis irregularidades administrativas praticadas por Itamar como ausência de licitação e superfaturamento em obras durante sua administração no período em que foi prefeito da cidade. As audiências foram determinadas pelo Tribunal de Justiça e realizadas na 3ª Vara da Comarca e presididas pelo juiz Camilo Ressegue Neto.

Noticia o jornal: “De acordo com a assessoria do Ministério Público, as audiências se referem ao mau uso de verbas públicas nas obras da Santa Casa e no Centro de Diagnóstico e da Saúde da Mulher. Serão ouvidas nas duas audiências 15 testemunhas pelos promotores de Justiça Pedro Ferreira Leite Neto e William Terra de Oliveira.

“Itamar e outros são investigados acusados de crime de responsabilidade com base no decreto/lei 201/67 e possível fraude em licitação na Santa Casa. Entre as testemunhas estão pessoas ligadas a administração da Santa Casa no período das possíveis irregularidades, ex-secretários na gestão de Itamar, além de engenheiros.

“Entre as testemunhas estão Onório Kobayashi, Ademir Sanches, Edgar Buossi, Hélcio Molina Jorge, Issao Yoshida, Rui de Oliveira Rocha, Edson Carlos de Sousa, Francis Mainardi, José Rafael Marcos, Marcos Friso e Paulo Gonçalves da Silva.  “Na terça-feira, Itamar afirmou que a denúncia envolvendo falhas na obra da Santa Casa foi feita por adversário político. “A Santa Casa passava por dificuldades e a Prefeitura aprovou uma lei na Câmara autorizando o repasse dos recursos. A Santa Casa, com esses recursos, contratou e executou a reforma, melhoria e compra de equipamentos. Com certeza o Inquérito Investigativo será arquivado”, afirmou Itamar em e-mail enviado por sua assessoria.

Itamar se referiu ainda em relação a um inquérito envolvendo a construção de escola, o que o deputado afirmou que a acusação também foi feita durante período eleitoral. “A escola em questão foi construída e entregue a população. Se houve algum problema foi da empresa que construiu a escola com relação ao fisco. O fato aconteceu em 1996, ou seja, há 17 anos e já foi amplamente esclarecido e comprovado”.

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