Santa Fé do Sul 65 anos.

Por Daniela Trombeta Dias.

Excepcionalmente este ano, o tradicional Desfile Cívico em comemoração ao aniversário de Santa Fé foi realizado no dia em que a cidade completará 65 anos, ou seja, no dia 24 de junho.

O desfile foi organizado pela Secretaria Municipal de Educação, que informou que a mudança da data se deu devido à agenda de banda musical que animará o desfile.

A Secretaria ainda contou com o apoio das outras Secretarias da cidade, assim como das escolas municipais, estadual, particulares e instituições.
A secretária de Educação Marilza de Almeida Marques informou que foram oito carros alegóricos, além de cinco bandas, totalizando cerca de 1.500 pessoas participantes no desfile.

“Nos carros, mostraremos a importância social da festa agropecuaria da cidade, com assuntos relacionados à feira, como agricultura, pecuária, cultura, comércio, entre outros”, disse ela.

Marilza informou que o tema foi escolhido por unanimidade por representantes de órgãos e instituições que participam da organização do desfile.

O evento começou as 9:00 horas, com saída em frente a Escola Municipal Agnes Rondon Ribeiro (Avenida Navarro de Andrade), virando na rua 7, passando em frente ao cinema, virando na rua 12, seguindo pela Avenida Conselheiro Antonio Prado, finalizando na rua 14, próximo a Casa Brasileira.
Estiveram presentes ainda equipes da Guarda Municipal, Corpo de Bombeiros e Polícia Militar.

https://lh5.googleusercontent.com/-sqHH9oyZk4o/UcxWPaCf66I/AAAAAAAAN4U/_hEBiCgRCf4/s512/300.jpgPara preparar a cidade para o desfile, a prefeitura, através de vários setores, realizou a poda ornamental das árvores da área central, assim como plantou mais flores nos canteiros, realizou a pintura de guias e uma operação de tapa buracos.

As fotos mostradas aqui são de autoria de Luiz Gonzaga Rodrigues, do foto Marabá, foram tiradas em novembro de 1959, logo após a inauguração da rede de energia elétrica em nossa cidade.

À época, Santa Fé do Sul era um núcleo com pouco mais de mil prédios e uma população urbana que não atingia seis mil pessoas. Mas o município era bem grande: abrangia todo o atual território da comarca e mais o distrito de Aspásia, hoje pertencente a Urânia.

Possuía a cidade dois estabelecimentos de crédito, um pequeno hospital, cinco médicos, doze farmácias e dez máquinas de benefício de arroz.
Não havia rede de água, nem coleta sanitária dos esgotos. O trem era o principal meio de transporte. Rodoviária não existia, somente estradas municipais. Para ir até Jales na época da seca demorava-se duas horas; com chuvas, até dois dias. O telefone mais próximo ficava em Fernandópolis.

Vale a pena lembrar

À esquerda, na primeira foto, trecho da avenida Conselheiro Antonio Prado, entre as ruas 16 e 18, lado direito no sentido cidade/bairro; na segunda fotografia, rua 14, na confluência com a Conselheiro Antonio Prado; na terceira, a Conselheiro, trecho rua 14/16, lado esquerdo sentido cidade/bairro; na última, a Praça Salles Filho vista do meio da Praça Matriz, que então era uma igrejinha de tábuas.

À direita, na primeira fotografia, o jardim da Salles Filho, vendo-se o prédio do ginásio; na segunda, o recém-inaugurado Restaurante Cacareco; na terceira, rua 14, entre a rua 7 e avenida Conselheiro Antonio Prado; e, na última, rua 14.

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