Prefeituras barram a Feirinha da Madrugada.

Hoje, dia 3, pela manhã, por volta das 8:50 horas, foi discutida na sala de reuniões da Associação Comercial e Empresarial e SinComércio de Santa Fé, situada na Rua 9, nº 965, a questão da fiscalização e proibição das “feirinhas da madrugada”, juntamente com os representantes das cidades da região.

Estiveram presentes Renato Costa Rasteiro, de Três Fronteiras; Edson Cláudio Venâncio, representando Rubineia e Santa Rita D’Oeste; e, de Santa Fé,  Fabiano Ricardo Fazzio, bem como o prefeito local e o presidente da ACE de Santa Fé.

Durante a reunião, foram levantados pelo presidente da Associação alguns argumentos que visam ajudar e auxiliar as autoridades responsáveis das cidades vizinhas no processo de fiscalização e proibição desse tipo de atividade que, atualmente, devido ao impedimento de instalação nas grandes cidades, se estendem para os municípios menores.

Os representantes das cidades alegaram que são contra o funcionamento das feirinhas; entretanto, relataram que a legislação deve ser cumprida, pois os produtos comercializados são, na maioria das vezes, provenientes de contrabando e não fornecem garantia ao consumidor.

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E tudo continua no marasmo.

Uma estância turística que não proporciona diversificação nos setores de comércio na cidade não vê tudo o que pode vir de bom com essa diversificação.

Uma grande pena para a estância que com essa feirinha poderia trazer pessoas de toda a redondeza para não só consumirem nessa feirinha, mas sim em todo o comercio que a cerca. Infelizmente nem todos tem a possibilidade de pensar além, oferecendo certas condições para que essa feirinha aconteça. Todos os argumentos contra foram citados desde evasão de divisas no município até prováveis incêndios que poderiam ocorrer. Só se esqueceram do potencial que essa feira poderia gerar.

Para uma administração café com leite, talvez seja mais fácil negar esse comércio para não entrar em choque com os grandões do comércio que muitas vezes, não satisfazem as pequenas necessidades da população e dos compradores.

Menos um atrativo para a cidade que cada vez mais fica no ostracismo, além das divisas no ninho.

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