Jovem com gripe suína encontra-se bem de saúde.

Saúde de estudante com gripe suína em Santa Fé é estável.

Jovem começou a passar mal na sexta-feira, 17, e encontra-se internada na Santa Casa de Misericórdia, em um quarto isolado.

Por Daniela Trombeta Dias

http://www.centrosjc.com.br/noticias/wp-content/uploads/2013/05/h1n12.jpgUma moradora de Santa Fé e também estudante de Direito da Funec foi diagnosticada com gripe suína. Este é o primeiro caso da doença na cidade neste ano.

Segundo a enfermeira da Vigilância epidemiológica, Valéria Campoi, não há motivo para pânico e a população só precisa manter os cuidados que sempre são divulgados, como evitar aglomeração de pessoas, usar álcool em gel, cobrir a boca ao espirrar e tossir, e, em caso de suspeita, procurar uma unidade básica de saúde ou o Pronto Socorro.

A jovem, que não teve o nome divulgado, tem 22 anos, e encontra-se internada em uma área isolada da Santa Casa de Misericórdia.

Ela começou a passar mal no sábado e, no domingo, quando teve dificuldades respiratórias, procurou o Pronto Socorro, onde a médica de plantão Ana Paula Corgozinho suspeitou que fosse H1N1 devido ao quadro de febre, tosse e dificuldade respiratória.

Após ser feito um exame de Raio-X, cujo resultado foi sugestivo à doença, ela foi internada e posteriormente foi feita coleta de secreção de naso e orofaringe, que foi enviada para o Instituto Adolf Lutz, em Rio Preto.

Na segunda-feira, o resultado do exame confirmou a doença.

Valéria enfatizou que a vacina contra a gripe suína só é aplicada em pacientes que fazem parte dos grupos de risco, composto por gestantes; presidiários; indígenas; profissionais da saúde; idosos com 60 anos ou mais; crianças de 6 meses a 1 ano, 11 meses e 29 dias; doentes crônicos com receita médica (doenças respiratórias, cardíacas, no fígado, neurológica, diabetes, obesidade mórbida, renal transplantes e baixa imunidade congênita) e mulheres no período de 45 dias após o parto.

A população deve ficar atenta aos sinais, como mal estar, olhos lagrimejando, dor no corpo; porém, mesmo apresentando-os, não indica que o paciente deva ser internado, pois temos que seguir o protocolo indicado pelo Ministério da Saúde. Essa pessoa será acompanhada pela unidade de saúde e, se o caso evoluir para dificuldade respiratória, será internado, e então será feita a coleta para exame que identifica a H1N1”, explicou.

Segundo ela, toda a família da jovem foi orientada e a Secretaria já verificou se alguém, tanto da casa, como amigos da faculdade e do trabalho, se incluem no grupo de risco, para que sejam vacinados; do contrário, basta ficar atento aos possíveis sintomas e, se necessário, procurar atendimento médico.

Enfatizou Valéria ainda que não existe outro caso suspeito na cidade e que estão sendo investigados os possíveis motivos de transmissão da jovem; porém, há dificuldades nisso, pois, tanto na faculdade quanto no trabalho dela, transitam pessoas vindas de vários locais. “A transmissão é pelo ar e pode haver pacientes assintomáticos que são portadores e transmissores da doença, mas não a desenvolve porque seu organismo consegue se defender”, contou a enfermeira.

A jovem está bem melhor, sendo medicada especificadamente com medicamento contra a doença e não apresentou mais febre ou problemas respiratórios; porém, deverá ficar em tratamento e observação por mais alguns dias.

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